quinta-feira, 25 de abril de 2013

Gastronomia peruana: a nova tendência mundial

Cristina Caldua | 24/01/13
Em dezembro passado á Peru foi escolhido como o melhor destino de culinária do planeta. O prêmio foi concedido pelo World Travel Awards em Nova Delhi, na Índia. A cozinha peruana é decididamente conquistando os corações do mundo todos os dias, e é tão frequentemente como se costuma dizer, "o amor conquista do estômago." The Financial Times chegou mesmo a chamada Peru ", gastronômico Super-poder" que prova que realmente existe um peruano efeito culinária. Mas qual é o segredo da comida peruana e como eles conseguiram vencer no mundo da comida gourmet internacional?
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Peru ganhou o melhor destino de culinária, depois de derrotar o México, França, Espanha, Tailândia, China, Itália e muitos outros "em outros países.
Esta vitória, Peru deve primeiro a sua diversidade. Na verdade, o Peru tem uma grande variedade de produtos, com mais de 4.000 variedades de batata, 2.000 tipos de batata doce, 2.000 espécies de peixes e mais de 750 espécies de frutas. Peru é um país de especiarias e pimenta como o lacuma ou pinha. A abundância e diversidade de produtos criou uma enorme variedade de receitas.

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A comida da Serra, o Andes

Nas montanhas do Peru, a "base de poder é a batata andina e mandioca. Carne consumida vem de "alpaca, um dos camelídeos o concurso carne e saboroso eo porquinho da índia chamado Cuy, um Peru é muito famoso ..
Um prato típico da região é o Pachamanca: carne com legumes em uma folha de bananeira enterrado no chão e cozido em uma cama de pedras quentes. Uma forma de homenagear a Mãe Terra.

Alpaca

A comida Costa

Peru tem uma longa costa de frente para o Pacífico. Nesta região representa apenas 10% da área de terra, mas onde 60% da população é agrupada, os pratos são feitos principalmente com peixe e marisco. Por que não ir para um delicioso ceviche (peixe cru marinado em suco de limão) ou desfrutar de uma lula grelhada! Mas existem muitos pratos de carne, como anti-cuchos (espetinhos de coração de boi grelhado) e als sobremesas impressionantes (250 sobremesas diferentes são listados no Peru) como o bolo de três leites (pastel 3 leches), ou até mesmo o "Mazamorra Morada" (arroz doce polvilhado com lascas de coco e creme de framboesa). Peru também surpreso com a variedade de sobremesa, pois geralmente em outros países da América do Sul, a sobremesa não é uma grande consideração.

ceviche

A comida da Selva

Selvas parte do Peru também tem um alimento composto de típico e extremamente variada:. Aqui, a população utiliza os recursos naturais e os peixes locais como Paiche, o maior peixe de água doce, ou uma das especialidades típicas da selva é "Juane" "carachama". , um prato feito de arroz, temperado com especiarias, que você pode adicionar frango e envolto em uma folha e servido com Bijao Patacon (banana verde frita). Outra especialidade da selva é o "Cecina", um presunto delicioso podem ser comidos crus ou cozidos. Finalmente, a selva é uma quantidade impressionante de frutas tropicais: abacaxi, manga, maracujá, camu camu (fruta que tem 40 vezes mais vitamina C do que kiwi)
Patarashca-pescado-en-hoja-de-bijao 

Revolução culinária do Peru

Se a cozinha peruana se tornou famoso no espaço de dez anos, é também através de um homem, Gaston Acurio, Peru chefe reconhecido, que decidiu fazer uma comida peruana da cultura local essencial e grande jogada de marketing. Gaston Acurio, abriu mais de 30 restaurantes no mundo, representando mais de 60 milhões de dólares em receita anual.Hoje, 80 mil alunos em sua escola anual culinária peruana, que é uma das maiores concentrações do mundo. Muitas pessoas que querem seguir os passos de Gaston Acurio. Onda peruana não terminou por vir!

Gaston-Acurio

terça-feira, 16 de abril de 2013

Hoje vou ser feliz

Cirilo Veloso Moraes

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De hoje em diante, todos os dias ao acordar, direi: “Hoje eu vou ser feliz!”

Vou lembrar de agradecer ao sol pelo seu calor e luminosidade, sentirei que estou vivendo, respirando.
Posso desfrutar de todos os recursos da natureza gratuitamente.
Não preciso comprar o canto dos pássaros, nem o murmúrio das ondas do mar.
Lembrarei de sentir a beleza das árvores e das flores.
Vou sorrir mais… vou cultivar amizades e neutralizar as inimizades.
Não vou julgar os atos dos meus semelhantes ou companheiros. Vou aprimorar os meus.
Lembrarei de ligar para alguém para dizer que estou com saudades!
Reservarei minutos de silêncio, para ter a oportunidade de ouvir.
Não vou lamentar nem amargar as injustiças.
Vou pensar no que posso fazer para diminuir seus efeitos.
Terei sempre em mente que um minuto passado não volta mais.
Vou viver todos os minutos proveitosamente.
Não vou sofrer por antecipação prevendo futuros incertos , nem com atraso, lembrando de coisas sobre as quais não tenho mais ação.
Não vou pensar no que não tenho e que gostaria de ter, mas em como posso ser feliz com o que possuo.
E o maior bem que possuo é a própria vida.
Vou fazer alguma coisa para alguém sem esperar nada em troca, apenas pelo prazer de ver alguém sorrir.
Vou procurar dar um pouco de alegria para alguém, especialmente quando sentir que a tristeza e o desânimo querem se aproximar.

E quando a noite chegar, vou olhar o céu, para as estrelas e para o luar e agradecer porque hoje eu fui feliz!

Ao deitar, é realmente maravilhosa a sensação de ter vivido plena e satisfatoriamente o dia que nos foi concedido.
Por isso, bom mesmo é se ater a tudo que de bom aconteceu durante o dia.
E depois adormecer…

Crônica de um jantar em São Paulo

Elisa Andrade Buzzo


mesa

O garçom justificou: "o seu está com o dele e o dele está com você", ou seja minhas batatas fritas amolecidas estavam no prato do Ricardo, enquanto suas onion rings crocantes estavam no meu, e ele já estava de saída, incutindo ao corpo um desvio como se nada tivesse a ver com aquilo, nós que éramos os clientes que deveríamos bem nos entender com nossos pedidos simples e extravagantes, enquanto nos instalamos num breve intervalo de perplexidade diante do grande prato branco com o hambúrguer desmontado, os acompanhamentos trocados, a saladinha murcha e uma costelinha moída loquaz, quando o meu amigo ponderou, trazendo-o de volta ao problema, "eu não vou pegar no dela", e o garçom, meio trêmulo, meio irritado, entendeu que deveria então retirar o prato e, no mínimo, fazer a troca pois, o que seria o ideal, um outro prato, nem mais esperávamos. Então, não diz a máxima que "o cliente sempre tem razão"? Este é só um acontecimento entre tantos... Como está difícil comer fora em São Paulo!
E qual seria a justificativa para o cheiro de macarrão com frango que sentimos assim que entramos? Pois ali também encontravam-se pratos, tanto no almoço, tanto no jantar. Dispensável dizer que pedimos uma porção de batatas fritas assim que nos sentamos e no entanto o garçom não nos informou que nossa escolha já contemplava uma porção delas? A lógica do lucro não pressupõe a gentileza e o bom senso. Eis que o garçom traz os pratos de volta, com os acompanhamentos corretos em cada um deles. Não sem um certo pudor toquei naquela comida que pressupunha ter sido remexida.
Eu não esperava muito do meu hambúrguer com salada, apenas um sanduíche justo, comestível, mas o que veio nem foi isso, o principal, a carne, já se fora, queimada. Já o pão parecia velho, meio murcho, o topo se desintegrando em cascas. Ricardo, animadíssimo que estava após a leitura do cardápio acabou optando pelo hambúrguer com costelinha moída. Ambos imaginamos um costela gorda, dourada e cheirosa sendo cortada na cozinha com esplendor. Coitadinho, quando ele abriu o hambúrguer deu de cara com uma massaroca doce, com sabor de abacaxi.
Naquele jantar punk tudo poderia ser possível, menos algo sair "ao gosto do cliente". Tudo bem, o erro também foi um pouco nosso. O que poderia nos oferecer uma hamburgueria, novo vocábulo para lanchonete, escondida numa rua arborizada de Higienópolis? Nenhuma boa referência tradicional de bons hambúrgueres no bairro; a casa estava muito vazia, nem 50% ocupada num fim de semana à noite; um cardápio que englobava de A a Z; uma decoração ostensiva; uma iluminação em tons de cor-de-rosa nauseante (como enxergar a comida de fato?); algo parecido com uma maître não nos recebeu à entrada, apenas quando nos sentamos fez questão de trazer... a carta de vinhos e bebidas especiais com um sorriso sem graça de boas-vindas. Por que continuamos feito baratas tontas pela cidade, em busca de um lugar decente para comer (nem estou pedindo que seja barato), que ofereça algo surpreendente, caseiro, mas continuamos incorrendo nos mesmos erros, acreditando que o guia que se diz "especializado" realmente tem "jornalistas" entendidos? Tudo bem.
Atrás de mim o mundo caía, outro garçom abria uma garrafa de vinho fazendo estrondos com copos e gelos. Uma garrafa de vinho numa lanchonete? Sim, um bar inteiro repleto de bebidas, como numamerican bar, e macarrão com frango, hambúrguer com lascas de trufa, uma carta especial de bebidas martirizando nosso olhar já desgostoso do estabelecimento estilinho. A próxima missão foi para mim direcionada: "Você escolhe o doce. Eu não quero arriscar mais nada". E saímos com aquela sensação de estômago maltratrado, remoendo lamúrias infitinitas: São Paulo está com essa ânsia de ser tudo, de ter tudo, lucrar com tudo e acaba nos oferecendo uma comida insossa, congelada e malfeita. Quem tudo quer, nada tem: e ficamos com nada. Foi então que, na luz noturna e flácida do bairro viramos quarteirões em busca do carro, pensando na sobremesa próxima, já sem rumo, nos perdemos pelas ruas escuras, em busca do que não há, esta vida extremamente burguesa.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Amor à gastronomia e ao Trio Gourmet

O que dizer do amor à gastronomia?

Palavras não são bastantes
Para expressar os sentimentos
Depositados em cada receita que
Explode no peito em ternura,
Em transes de buscas de experiências novas
Emaranhada à paixão…

É uma mistura sem par,
De um sabor, de temperos,
Da brisa do estar
Se o verbo é impotente

Para o que minh’alma sente,
O que dizer do amor?…

Nada é preciso falar,
Basta atentar ao olhar
Ao sentir, ao respirar ....
Contém gozos e lamentos,
Profundos encantamentos
De cada combinação.

Que ímpar fica a razão de experimentar.

A comida fonte da alma, do espírito e do corpo.

Faz o trio encantar...

ssssss

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Simplesmente Elis

Elis Regina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Elis Regina

Elis durante uma entrevista com Klaudio Kleiman (Revista Expreso Imaginario). Buenos Aires, dezembro de 1979.

Informação geral

Nome completo: Elis Regina Carvalho Costa. Também conhecido(a) como Pimentinha (apelido criado porVinicius de Moraes); Elis-cóptero (apelido criado por Rita Lee); Lilica. Nascimento: 17 de março de 1945. Origem: Porto Alegre, RS. País: Brasil; Data de morte : 19 de janeiro de 1982 (36 anos). Gênero(s) Bossa-nova, MPB, samba, pop Instrumento(s) voz

Período em atividade 196182

Gravadora(s): Continental (196162), CBS Records (1963), Philips Records(atual Universal Music) (196478),WEA (197980), EMI-Odeon(1980–81), Som Livre (1981–82)

Afiliação(ões) Fino da Bossa, Jair Rodrigues, Tom Jobim, César Camargo Mariano,Chico Buarque, Ivan Lins Influência(s) Edith Piaf, Carmem MirandaLaurindo Almeida, Nancy Wilson, Peggy Lee, Eartha Kitt, Billie Holiday, Angela Maria

Elis Regina Carvalho Costa (Porto Alegre, 17 de março de 1945São Paulo, 19 de janeiro de 1982) foi uma intérprete brasileira. Conhecida por sua presença de palco histriônica,[1] sua voz e sua personalidade, Elis Regina é considerada por muitos críticos, comentadores e outros músicos a melhor cantora brasileira de todos os tempos.[2][3][4][5][6] Com os sucessos de Falso Brilhante e Transversal do Tempo, ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.

Como muitos outros artistas do Brasil, Elis surgiu dos festivais de música na década de 1960 e mostrava interesse em desenvolver seu talento através de apresentações dramáticas. Seu estilo era altamente influenciado pelos cantores do rádio, especialmente Ângela Maria,[7] e a fez ser a grande revelação do festival da TV Excelsior em 1965, quando cantou "Arrastão" de Vinicius de Moraes e Edu Lobo. Tal feito lhe conferiu o título de primeira estrela da canção popular brasileira na era da TV.[7] Enquanto outras cantoras contemporâneas como Maria Bethânia haviam se especializado e surgido em teatros, ela deu preferência aos rádios e televisões.[8] Seus primeiros discos, iniciando com Viva a Brotolândia (1961), refletem o momento em que transferiu-se do Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro, e que teve exigências de mercado e mídia. Transferindo-se paraSão Paulo em 1964, onde ficaria até sua morte, logrou sucesso com os espetáculos do Fino da Bossa e encontrou uma cidade efervescente onde conseguiria realizar seus planos artísticos. Em 1967, casou-se com Ronaldo Bôscoli, diretor do Fino da Bossa, e ambos tiveram João Marcelo Bôscoli.

Elis Regina aventurou-se por muitos gêneros; da MPB, passando pela bossa nova, o samba, o rock ao jazz. Interpretando canções como "Madalena", "Como Nossos Pais", "O Bêbado e a Equilibrista", "Querelas do Brasil", que ainda continuam famosas e memoráveis, registrou momentos de felicidade, amor, tristeza, patriotismo e ditadura militar no país. Ao longo de toda sua carreira, cantou canções de músicos até então pouco conhecidos, como Milton Nascimento, Ivan Lins, Renato Teixeira, Aldir Blanc, João Bosco, ajudando a lançá-los e a divulgar suas obras, impulsionando-os no cenário musical brasileiro. Entre outras parcerias, é célebre os duetos que teve com Jair Rodrigues, Tom Jobim,Simonal, Rita Lee, Chico Buarque—que quase foi lançado por ela não fosse Nara Leão ter o gravado antes—e, por fim, seu segundo marido, o pianista César Camargo Mariano, com quem teve os filhos Pedro Mariano e Maria Rita. Mariano também ajudou-a a arranjar muitas músicas antigas e dar novas roupagens a elas, como com "É Com Esse Que Eu Vou".

Sua presença artística mais memorável talvez esteja registrada nos álbuns Em Pleno Verão (1970), Elis & Tom (1974), Falso Brilhante (1976),Transversal do Tempo (1978), Saudade do Brasil (1980) e Elis (1980). Ela foi a primeira pessoa a inscrever a própria voz como se fosse um instrumento, na Ordem dos Músicos do Brasil.[9] Elis Regina morreu precocemente em 1982, com apenas 36 anos, deixando uma vasta obra namúsica popular brasileira. Embora haja controvérsias e contestações, os exames comprovaram que havia morrido por conta de altas doses decocaína e bebidas alcoólicas, e o fato chocou profundamente o país na época.[10]

 

Biografia

Filha de Romeu Costa e de Ercy Carvalho[11], Elis Regina nasceu no Hospital da Beneficência Portuguesa de Porto Alegre[12], na capital do Rio Grande do Sul.[13] Tinha um irmão, Rogério (n. 1949). Começou a carreira como cantora aos onze anos de idade em um programa de rádio para crianças chamado O Clube do Guri, na Rádio Farroupilha, apresentado por Ari Rego. Em Porto Alegre, sua família morava em um apartamento na chamada Vila do IAPI, no bairro Passo d'Areia, na Zona Norte da cidade.[14] Revelando enorme precocidade, aos dezesseis anos lançou o primeiro LP da carreira. Sobre o começo da carreira de Elis e a disputa entre quem de fato a lançou, o produtor Walter Silva disse à Folha de S. Paulo:[15]

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Poucas pessoas sabem quem realmente descobriu Elis. Foi um vendedor da gravadora Continental chamado Wilson Rodrigues Poso, que a ouviu cantando menina, aos quinze anos, em Porto Alegre. Ele sugeriu à Continental que a contratasse, e em 1962 saiu o disco dela. Levei Elis ao meu programa, fui o primeiro a tocar seu disco no rádio. Naquele dia eu disse: Menina, você vai ser a maior cantora do Brasil. Está gravado.
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— O produtor Walter Silva declarando como a cantora foi descoberta[15]

Década de 1960, surge uma estrela

Em 1960 foi contratada pela Rádio Gaúcha, e em 1961 viajou ao Rio de Janeiro, onde gravou o primeiro disco, Viva a Brotolândia. Lançou ainda mais três discos enquanto morava no Rio Grande do Sul.[16]

Em 1964, um ano com a agenda lotada de espetáculos no eixo Rio-São Paulo, assinou um contrato com a TV Rio para participar do programa Noites de Gala; é levada por Dom Um Romão para o Beco das Garrafas sob a direção da dupla Luís Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli, com os quais ainda realizaria diversas parcerias, e um casamento com Bôscoli em 1967.[16] Acompanhada agora pelo grupo Copa trio, de Dom Um, canta no Beco das Garrafas, o reduto onde nasceu a bossa nova, e conhece o coreógrafo americano Lennie Dale, que a ensinou a mexer o corpo para cantar, tirando aquele nado que ela tinha com os braços.[16]

Participa do espetáculo Fino da Bossa organizado pelo Centro Acadêmico da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, que ficou conhecido também como Primeiro Demti-Samba, dirigido por Walter Silva, no Teatro Paramount, atual Teatro Abril (São Paulo). Ao final do mesmo ano (1964) conhece o produtor Solano Ribeiro, idealizador e executor dos festivais de MPB da TV Record. Um ano glorioso, que ainda traria a proposta de apresentar o programa O Fino da Bossa, ao lado de Jair Rodrigues. O programa, gravado a partir dos espetáculos e dirigido por Walter Silva, ficou no ar até 1967 (TV Record, Canal 7, SP) e originou três discos de grande sucesso: um deles, Dois na Bossa, foi o primeiro disco brasileiro a vender um milhão de cópias. Seria dela agora o maior cachê do show business.[17]

Estilo musical

O estilo musical interpretado ao longo da carreira percorria assim o "fino da bossa nova", firmando-se como uma das maiores referências vocais deste gênero. Aos poucos, o estilo MPB, pautado por um hibridismo ainda mais urbano e 'popularesco' que a bossa nova, distanciando-se das raízes do jazz americano, seria mais um estilo explorado. Já no samba consagrou Tiro ao Álvaro eIracema (Adoniran Barbosa), entre outros. Notabilizou-se pela uniformidade vocal, primazia técnica e uma afinação a toda prova. O registro vocal pode ser definido como de uma mezzo-sopranocaracterístico com um fundo levemente metálico e vagamente rouco.

Desde a década de 1960, quando surgiram os especiais do Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), até o final da década de 1980, a televisão brasileira foi marcada pelo sucesso dos espetáculos transmitidos; apresentando os novos talentos, registravam índices recordes de audiência. No Festival conheceu Chico Buarque, mas acabou desistindo de gravá-lo devido à impaciência com a timidez do compositor. Elis participou do especial Mulher 80 (Rede Globo), um desses momentos marcantes da televisão; o programa exibiu uma série de entrevistas e musicais cujo tema era a mulher e a discussão do papel feminino na sociedade de então, abordando esta temática no contexto da música nacional e da inegável preponderância das vozes femininas, com Maria Bethânia, Fafá de Belém, Zezé Motta, Marina Lima, Simone, Rita Lee, Joanna, Elis Regina, Gal Costa e as participações especiais das atrizes Regina Duarte e Narjara Turetta, que protagonizaram o seriado Malu Mulher.

A antológica interpretação de Arrastão (Edu Lobo e Vinícius de Moraes), no Festival, escreveu um novo capítulo na história da música brasileira, inaugurando a MPB e apresentando uma Elis ousada. Uma interpretação inesquecível, encenada pouco depois de completar apenas 20 anos de idade e coroada com o reconhecimento do Prêmio Berimbau de Ouro. O Troféu Roquette Pintoveio na sequência, elegendo-a a Melhor cantora do ano.

Fã incondicional de Angela Maria, a quem prestou várias homenagens, Elis impulsionava uma carreira não menos gloriosa, possibilitando o lançamento do primeiro LP individual, Samba eu canto assim (CBD, selo Philips). Pioneira, em 1966 lançou o selo Artistas, registrando o primeiro disco independente produzido no Brasil, intitulado Viva o Festival da Música Popular Brasileira, gravado durante o festival. Mais uma vitoriosa participação no III Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), a canção O cantador (Dori Caymmi e Nelson Motta), classificando-se para a finalíssima e reconhecida com o prêmio de Melhor Intérprete.

Em 1968, uma viagem à Europa a lança no eixo musical internacional, conquistando grande sucesso, principalmente no Olympia de Paris, onde se tornou a primeira artista a se apresentar duas vezes num mesmo ano, naquela que é a mais antiga sala de espetáculos musicais de Paris.[carece de fontes] Em 1969, gravou Aquarela do Brasil em Estocolmo com Toots Thielemans.

Foi Elis quem também lançou boa parte dos compositores até então desconhecidos, como Milton Nascimento, Renato Teixeira, Tim Maia, Gilberto Gil, João Bosco e Aldir Blanc, Sueli Costa, entre outros. Um dos grandes admiradores, Milton Nascimento, a elegeu musa inspiradora e a ela dedicou inúmeras composições.[16]

Anos de glória

Durante os anos 70, aprimorou constantemente a técnica e domínio vocal, registrando em discos de grande qualidade técnica parte do melhor da sua geração de músicos.

Patrocinado pela Philips na mostra Phono 73, com vários outros artistas, deparou-se com uma plateia fria e indiferente, distância quebrada com a calorosa apresentação de Caetano Veloso:Respeitem a maior cantora desta terra. Em julho lançou Elis.

Em 1975, com o espetáculo Falso Brilhante, que mais tarde originou um disco homônimo, atinge enorme sucesso, ficando mais de um ano em cartaz e realizando quase 300 apresentações. Lendário, tornou-se um dos mais bem sucedidos espetáculos da história da música nacional e um marco definitivo da carreira. Ainda teve grande êxito com o espetáculo Transversal do Tempo, em 1978, de um clima extremamente político e tenso; o Essa Mulher em 1979, direção de Oswaldo Mendes, que estreou no Anhembi em São Paulo e excursionou pelo Brasil no lançamento do disco homônimo; o Saudades do Brasil, em 1980, sucesso de crítica e público pela originalidade, tanto nas canções quanto nos números com dançarinos amadores, direção de Ademar Guerra e coreografia de Márika Gidali (Ballet Stagium); e finalmente o último espetáculo, Trem Azul, em 1981, direção de Fernando Faro.

Anos de chumbo

Elis Regina criticou muitas vezes a ditadura brasileira, nos difíceis Anos de chumbo, quando muitos músicos foram perseguidos e exilados. A crítica tornava-se pública em meio às declarações ou nas canções que interpretava. Em entrevista, no ano de 1969, teria afirmado que o Brasil era governado por gorilas[18] (há ainda controvérsias em relação a essa declaração. Existem arquivos dos próprios militares onde ela se justifica dizendo que isso foi criado por jornalistas sensacionalistas). A popularidade a manteve fora da prisão, mas foi obrigada pelas autoridades a cantar oHino Nacional durante um espetáculo em um estádio, fato que despertou a ira da esquerda brasileira.

Sempre engajada politicamente, Elis participou de uma série de movimentos de renovação política e cultural brasileira, com voz ativa da campanha pela Anistia de exilados brasileiros. O despertar de uma postura artística engajada e com excelente repercussão acompanharia toda a carreira, sendo enfatizada por interpretações consagradas de O bêbado e a equilibrista (João Bosco e Aldir Blanc), a qual vibrava como o hino da anistia. A canção coroou a volta de personalidades brasileiras do exílio, a partir de 1979. Um deles, citado na canção, era o irmão do Henfil, oBetinho, importante sociólogo brasileiro. Também merece destaque, o fato de Elis Regina ter se filiado ao PT, em 1981.

Outra questão importante se refere ao direito dos músicos brasileiros, polêmica que Elis encabeçou, participando de muitas reuniões em Brasília. Além disso, foi presidente da Assim,Associação de Intérpretes e de Músicos.

Últimos momentos

Causando grande comoção nacional, faleceu aos 36 anos de idade em 19 de janeiro de 1982,[19] devido a complicações decorrentes de uma overdose de cocaína, e bebida alcoólica. O laudo médico foi elaborado por José Luiz Lourenço e Chibly Hadad, sendo o diretor do IML Harry Shibata, médico conhecido por seu envolvimento no caso do jornalista Vladimir Herzog. Elis encontra-se sepultada no Cemitério do Morumbi em São Paulo.

Vida pessoal

Elis Regina é mãe de João Marcelo Bôscoli (n. 1970), filho do seu primeiro casamento com o músico Ronaldo Bôscoli (1928-1994), e de Pedro Camargo Mariano (n. 1975) e Maria Rita (n. 1977), filhos de seu segundo marido, o pianista César Camargo Mariano (1943-).[13]

 

Acervo Elis Regina

Acervo Elis Regina

Em 22 de setembro de 2005, inaugurou-se na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, um espaço memorial para abrigar o Acervo Elis Regina. Trata-se de uma coleção de fotografias, artigos, objetos, discos e outros tipos de materiais relacionados com a vida e a obra da cantora, tendo sido doado por fãs, jornalistas e amigos pessoais de Elis.

Frases

  • "Sempre vou viver como camicase. É isso que me faz ficar de pé"[20]
  • "Me apaixonei pela minha voz".[20]
  • "Neste país, só há duas que cantam: Gal e eu."[20]
  • "Quero saber é do brasileiro, não estou preocupada em cromar minha orelha e sair para a rua para chamar a atenção".[20]
  • "Um dia as pessoas vão descobrir que Dalva de Oliveira é a nossa Billie Holiday".[20]
  • "Cantar, para mim, é sacerdócio. O resto é o resto."[20]
  • "Me tomam por quem? Um imbecil? Sou algo que se molda do jeitinho que se quer? Isso é o que todos queriam, na realidade. Mas não vão conseguir, porque quando descobrirem que estou verde já estarei amarela. Eu sou do contra. Sou a Elis Regina do Carvalho Costa que poucas pessoas vão morrer conhecendo".[20]

Referências

  1. Silva, Vinícius RB (2007) (PDF), O doce & o amargo do Secos & Molhados: poesia, estética e política na música popular brasileira, Niterói: Universidade Federal Fluminense, p. 63.
  2. Goés 2007, p. 187.
  3. Pugialli, 2006, p.170.
  4. Silva, 2002, p.193.
  5. Arashiro, 1995, p.39.
  6. O saxofonista Phil Woods declarou: "Elis Regina é a maior cantora do mundo, para mim".Visão, s.n., 1985.
  7. a b Silva, Vinícius R. B.. "O doce & o amargo do Secos & Molhados: poesia, estética e política na música popular brasileira". Dissertação (Mestrado em Letras) Niterói: Universidade Federal Fluminense, 2007. Disponível emhttp://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp103551.pdf p.62.
  8. Veloso, 1997, p.123.
  9. Veja. "O amargo brilho do pó" (reportagem da época, 1982). Acesso:2 de março, 2011.
  10. a b Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Elis Regina - Biografia. Página visitada em 11 de janeiro de 2012.
  11. a b "Descobridor" de Elis revê a sua história. Folha de São Paulo. UOL.
  12. a b c d John Dougan. Elis Regina (em inglês). All Media Guide. Allmusic. Página visitada em 19 de janeiro de 2013.
  13. Elis. Brasileirinho.

Bibliografia

  • KIECHALOSKI, Zeca (1984) Elis Regina. Col. Esses Gaúchos. Porto Alegre: Tchê! 101p.
  • ECHEVERRIA, Regina (1985) Furacão Elis. Inclui cronologia e discografia por Maria Luiza Kfouri. Rio de Janeiro: Nórdica / Círculo do Livro. 363p. 2.ed. rev. ampl. 1994 (São Paulo: Ed. Globo); 3.ed. 2002 (São Paulo: Ed. Globo). 239p. ISBN 8525035149
  • Elis Regina Por Ela Mesma. (1995) Org. Osny Arashiro. São Paulo: Martin Claret. 2.ed. rev. 2004. 229p. ISBN 8572320857.
  • O Melhor de Elis Regina. (2003) Melodias cifradas com as letras de 28 músicas do repertório de Elis Regina. Ed. Irmãos Vitale. 112p. ISBN 8574070882.
  • SARSANO, José Roberto. (2005) Boulevard des Capucines. Teatro Olympia, Paris 1968: Elis Regina e Bossa Jazz Trio em uma época de ouro da MPB. Ed. Árvore da Terra. 207p. ISBN 8585136294.
  • GOÉS, Ludenbergue (2007), Mulher brasileira em primeiro lugar: o exemplo e as lições de vida de 130 brasileiras consagradas no exterior, Ediouro, ISBN 85-0001998-0.
  • Ricardo Pugialli, Almanaque da Jovem guarda: nos embalos de uma década cheia de brasa, mora?. Ediouro Publicações, 2006. ISBN 8500020733
  • Walter Silva, Vou te contar: histórias de música popular brasileira. Conex, 2002. ISBN 8588953056
  • Osny Arashiro, Elis Regina por ela mesma. M. Claret, 1995.

Elis Regina

Álbuns de estúdio
Viva a Brotolândia (1961)  • Poema de Amor (1962)  • Elis Regina (1963)  • O Bem do Amor (1963)  • Samba - Eu Canto Assim (1965)  • Elis (1966)  • Elis - Como e Porque (1969)  • Aquarela do Brasil - com Toots Thielemans (1969)  • Em Pleno Verão (1970)  • Ela (1971)  • Elis (1972)  • Elis (1973)  • Elis & Tom (1974)  • Elis (1974)  • Falso Brilhante (1976)  • Elis (1977)  • Essa Mulher (1979)  • Saudade do Brasil (1980)  • Elis (1980)

Ao Vivo
Dois na Bossa (1965)  • O Fino do Fino (1965)  • Dois na Bossa nº 2 (1966)  • Dois na Bossa nº 3 (1967)  • Elis no Teatro da Praia (1970)  • Transversal do Tempo (1978)  • Elis Regina - Montreux Jazz Festival (1982)  • Trem Azul (1982)

Compactos Simples
Dá Sorte / Sonhando (1961)  • Dor de Cotovelo / Samba Feito pra Mim (1961)  • Poporó Popó / Nos teus Lábios (1962)  • A Virgem de Macarena / 1, 2, 3 Balançou (1962)  • Menino das Laranjas / Sou sem Paz (1965)  • Arrastão / Aleluia (1965)  • Zambi / Esse Mundo É Meu / Resolução (1965)  • Canto de Ossanha / Rosa Morena (1966)  • Ensaio Geral / Jogo de Roda (1966)  • Upa, Neguinho / Tristeza que se Foi (1966)  • Saveiros / Canto Triste (1966)  • Travessia / Manifesto (1967)  • Yê-melê / Upa, Neguinho (1968)  • Samba da Benção / Canção do Sal (1968)  •Lapinha / Cruz de Cinza, Cruz de Sal (1968)  • Casa Forte / Memórias de Marta Saré (1969)  • Tabelinha Elis x Pelé (Perdão Não Tem / Vexamão) (1969)  • Águas de Março / Entrudo (1972)  • Águas de Março / Cais (1972)  • O Bêbado e a Equilibrista / As Aparências Enganam (1979)  • Moda de Sangue / O Primeiro Jornal (1980)  • Alô, Alô Marciano / No Céu da Vibração (1980)  • Se Eu Quiser Falar com Deus / O Trem Azul (1980)

Compactos Duplos
Menino das Laranjas / Último Canto / Preciso Aprender a Ser Só / João Valentão (1966)  • Pout-Porri de Samba / Sem Deus, com a Família / (1966)  • Saveiros / Jogo de Roda / Ensaio Geral / Canto Triste (1966)  • Deixa / A Noite do meu Bem / Noite dos Mascarados / Tristeza (1968)  • Andança / Samba da Pergunta / O Sonho / Giro (1969)  • Madalena / Fechado pra Balanço / Falei e Disse / Vou Deitar e Rolar (1970)  • Nada Será como Antes / A Fia de Chico Brito / Osanah / Casa no Campo (1971)  • Águas de Março / Atrás da Porta / Bala com Bala /Vida de Bailarina (1972)  • Dois pra lá, Dois pra Cá / O Mestre-sala dos Mares / Amor até o Fim / Na Batucada da Vida (1975)  • Como Nossos Pais / Um Por Todos / Fascinação / Velha Roupa Colorida (1976)

Coletâneas e compilações
Fascinação (1990)  • Nada Será Como Antes (1990)  • Elis por Ela (1993)  • Elis, o Mito (1995)  • Música! - O Melhor da Música de Elis Regina (1998)  • Millenium - Elis Regina (1999)  • Os Sonhos Mais Lindos (2001)  • Warner 25 Anos - Elis Regina (2001)  • Dose Dupla - Elis Regina (2001)  • Perfil - Elis Regina (2003)  • 20 Anos de Saudades (2004)  • Participação Especial - Elis Regina (2004)  • I Love MPB - Elis Regina (2004)  • Essential Brazil - Elis Regina (2004)  • Novo Millenium - Elis Regina (2005)  • Samba, Jazz e Bossa - Elis Regina (2006)  • Pérolas Raras - Elis Regina (2006)

Troféu Imprensa de Melhor Cantora (1961–1977)

Receita para ser feliz

 

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Vegetais e Noodles no Wok

Muito simples e delicioso!

    água
    Azeite
    150 g de cogumelos
    35 g de raiz de bambu
    2 cenouras
    350 g de brócolos
    1/2 couve chinesa
    100 g de rebentos de soja
    3 colheres de sopa de molho de soja
    1 colher de chá de açúcar amarelo

1- Lave bem os cogumelos, absorva com um pano a água dos cogumelos e lamine-os. 2- Lave bem as raízes de bambu e corte em tiras finas. 3- Descasque as cenouras e corte às rodelas. 4- Corte os bróculos em ramos pequenos e lave-os. 5- Lave os rebentos de soja e deixe-os a escorrer. 6- Leve o Wok a aquecer com azeite, de seguida ponha os legumes, primeiro os bróculos e a cenoura, depois os cogumelos e as raízes de bambu, e por fim os rebentos de soja. Deixe cozinhar os legumes 8 – 10 min a contar desde que pôs a cenoura e os bróculos. 7- Junte o molho de soja, e o açúcar. Prove para ver se está bom de sal, uma vez que o molho de soja é salgado pode não ser preciso acrescentar mais sal. 8- Para os noodles, ferva água com sal numa panela, deixe-os cozer durante 2 – 3 min. 9- Escorra os noodles, com uma faca dê uns cortes para não ficarem fios muito grandes, e junte ao Wok, mexa durante 1 min e sirva!

Peito de frango ao modo havaiano

Havaianas peitos de frango

Ingredientes

  • 1 ou 2 de peito de frango
  • 2 fatias de queijo fluxo
  • 2 fatias de presunto
  • 2 fatias de abacaxi fresco (ou xarope)
  • 1 colher de chá de mel
  • Queijo ralado
  • sal
  • azeite de oliva.

Fazendo Peitos de frango havaianas

Salgados peitos de frango e cozinhe em uma frigideira com um pouco de azeite, em fogo alto, apenas até dourar (não precisa ser feita em todos). Na mesma panela, dourar as fatias de abacaxi eles. Simplesmente alguns segundos de cada lado, tendo o cuidado de não queimar. Em seguida, o frango é montado num prato forno, colocando os seios, e por cima de cada fiambre e queijo. Passando o abacaxi (pedaços, se os filetes são pequenos, se for grande, coloque uma fatia de abacaxi em cada) e despeje uma colher de chá de mel sobre cada um. Por fim, polvilhe com queijo ralado por cima e começar a assar no forno, deixando-os até que o queijo esteja derretido e levemente dourada. Sirva quente.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Convite especial!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Convide a família para um almoço no Trio Gourmet hoje! Escolha um dos pratos especiais da casa: Frango a milanesa, Picanha ao molho poivre, torta de frango, batata com molho cremoso presunto e gorgonzola, linguica acebolada, pescada branca ao molho de espumante, finas ervas e tomate, panache de legumes, arroz alho e salsa e muito mais...
Venham e confiram
Trio Gourmet - rua 23 esquina com rua 5 numero 608 Centro, Goiania Goias 39221544.

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sábado, 6 de abril de 2013

Seja feliz

Não seja conivente com o que não lhe faz Feliz.
Uma desculpa passa por sua cabeça: “bem, a vida é isto mesmo”. Não, a vida não é isto mesmo. A vida é entusiasmo, é o eterno deslumbrar-se com o milagre dos dias e das noites. Pense onde você deixou seu entusiasmo escondido. Pegue suas amigas, namorada, mulher, seus filhos, e vá atrás dele, antes que seja tarde demais. O amor nunca impediu ninguém de seguir seus sonhos. Até porque hoje é Sábado !!!

coco chanel